Publicações e apresentações em eventos



O decálogo da desconstrução: Tradução e desconstrução na obra de Jaques Derrida (2000)

Para acessar o texto, clique aqui!
Resumo: Este trabalho tem como objetivo traçar um retrato em negativo daquilo que se poderia chamar o método de leitura da desconstrução como ponto de partida para se entender o processo de tradução como forma de constituição do sentido. O estatuto ambivalente da desconstrução tem um correspondente na situação teórica da tradução, na medida em que supõe a diferença constitutiva de toda leitura, implicando uma sobrevivência da língua do outro.
Palavras-chave: Desconstrução; Jacques Derrida; tradução; métodos críticos. 

As operações de tradução em "Le facteur de la vérité" (2002)

Para acessar o texto, clique aqui
• Resumo: Este trabalho trata do estatuto da tradução no texto Le facteur de la vérité, de Jacques Derrida, por meio da investigação do que denominamos operações de tradução, caracterizadas pela presença da língua do outro no texto derridiano. O uso do enxerto (greffe) destaca-se como a mais relevante para pensar a lógica dessas operações, pois a combinação de recursos gráficos com processos de inserção possibilita novos jogos de sentido. Esse processo manifesta um ato de hostipitalidade, neologismo derridiano que designa a acolhimento e assimilação da língua ou do texto do outro e, ao mesmo tempo, seu inevitável distanciamento e sua possível hostilidade. Valendo-se das operações de tradução, Derrida coloca em questão a hierarquização entre as línguas materna e estrangeira, entre os textos de partida e chegada, revelando o jogo de forças característico de toda leitura.
• Palavras-chave: Tradução; Desconstrução; Textualidade; Derrida, Jacques.

Os bastidores da tradução em Survivre, de Jacques Derrida (2008)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: Este trabalho visa revelar as articulações entre os textos The triumph of life, de Shelley, L’arrêt de mort, de Blanchot, e Survivre, de Jacques Derrida, e mostrar a indissociabilidade entre o pensamento de Derrida e a tradução. Na parte superior de Survivre, Derrida coloca em questão a verdade do texto literário a partir de duas línguas diferentes (inglês e francês), conectadas por meio da tradução. O entrelaçamento das línguas e dos textos demonstra a impossibilidade de haver uma delimitação entre as línguas e os gêneros textuais e manifesta a existência de rastros e enxertos, tanto na parte superior quanto na borda inferior do texto (Journal de bord). As notas do/ao tradutor apresentadas na borda inferior revelam a indissociabilidade entre teoria e prática da tradução e colocam em cena a impossibilidade de o pensamento sobre a tradução ser desvinculado do ato tradutório. As notas também provocam uma incisão no texto e possibilitam um novo jogo, com base em uma outra “costura”, com outros deslocamentos e transformações de sentido.
Palavras-chave: textualidade; Jacques Derrida; Tradução.

Tradutor: o inescapável hôte da língua do Outro (2011)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: A partir de algumas concepções de língua, tradução e hospitalidade desenvolvidas pelo filósofo francês Jacques Derrida, pretende-se, neste trabalho, estabelecer uma relação entre as considerações derridianas sobre a tradução do termo francês hôte, palavra que designa tanto o anfitrião quanto o hóspede, e o trabalho do tradutor. Na primeira parte, veremos como a ideia da língua do hôte influenciou o pensamento derridiano e trouxe, já no início, a questão da tradução. Na segunda parte, será abordada a tradução ‘propriamente dita’ do termo hôte, enfatizada por Derrida em sua leitura do conto L’hôte, de Camus, e a relação do tradutor como hôte do texto do Outro. Pretende-se, assim, mostrar que a discussão sobre a tradução de hôte encena a impossibilidade de uma hospitalidade incondicional e desvela as relações por meio das quais o significado é constituído, em um jogo de múltiplas línguas que interagem no processo tradutório
Palavras-chave: translation, hospitality, Jacques Derrida

Advanced Portuguese: como e o quê ensinar em cursos avançados de PLE no mundo da internet? (2011) 

Para acessar o texto, clique aqui!
Resumo: Este trabalho visa a apresentar alguns aspectos observados durante a docência em um
curso avançado de português da Universidade de Georgetown, em Washington, DC, em 2008
e 2009, com o objetivo de contribuir para as reflexões sobre o papel do professor e do aluno de
PLE (Português Língua Estrangeira), e sobre a metodologia e o uso de materiais didáticos que
levem em conta não só o perfil e os interesses dos alunos, mas também os objetivos do curso e
o impacto das “novas” tecnologias na sala de aula.
Palavras-chave: Português língua estrangeira; ensino de língua; abordagem comunicativa.

O que os blogs de tradução têm a dizer sobre o tradutor? (2011)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: O perfil dos tradutores do final do século XX e início do século XXI mudou bastante, especialmente no que diz respeito ao uso de ferramentas tecnológicas. Essas mudanças também advêm do aparecimento de sites, redes sociais e blogs, o que trouxe, como consequência, maior visibilidade do tradutor contemporâneo, especialmente daquele 'não visível' popularmente conhecido como 'tradutor técnico'. Esse profissional tem recorrido cada vez mais ao blog como um poderoso recurso, tanto de marketing quanto de divulgação de textos de sua autoria, que mostrem como ele, o tradutor, não só sabe traduzir, mas também escrever sobre tradução. Este trabalho pretende analisar, sob uma perspectiva discursiva e com o auxílio do pensamento da desconstrução, algumas características de dois blogs de tradutores reconhecidos na área e respeitados por seus pares. Objetiva-se levantar algumas questões sobre o papel do blog para a visibilidade do tradutor 'técnico', identificar os objetivos do tradutor com o blog e iniciar uma discussão a respeito de quais contribuições esses blogs podem ou não trazer para o aspirante a tradutor e para a formação do tradutor iniciante. Espera-se abordar, especificamente, questões identitárias presentes na apresentação do perfil dos tradutores e o papel do 'nome próprio' do blog.
Palavras-chave: tradutor técnico; blog; nome próprio

A importância do trabalho do tradutor Derrida para o trabalho do filósofo Derrida (2012)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: Pretende-se mostrar que a experiência de Jacques Derrida ao traduzir L’Origine de la géométrie, de Edmund Husserl, ao lado de sua preocupação com a tradução de seus próprios textos para outras línguas e dos textos cujas traduções “consagradas” ele utiliza, acabam por determinar e colocar em cena algumas de suas noções filosóficas. Assim, pretende-se mostrar que a maneira como o filósofo lê os textos traduzidos e seus comentários sobre as traduções não são marginais (externos), mas sim elementos primordiais para a lógica textual da desconstrução e manifestam, entre outras noções, o enxerto, o suplemento e o double bind.
Palavras-chave: tradução; desconstrução; Jacques Derrida

Universidade, negócios, prazer: múltiplos territórios do ensino de PLE in Reflexões sobre o ensino de português para falantes de outras línguas (2012)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: Com o objetivo de contribuir para a reflexão e ação de professores de Português como Língua Estrangeira (PLE), este trabalho compara três cursos avançados em que a autora lecionou em 2009 nos Estados Unidos. Serão abordados os pontos em comum, como o desenvolvimento da competência comunicativa e a necessidade do estudo ramatical atrelado ao uso da língua no contexto da cultura, e também os pontos de divergência, como a escolha de material didático e metodologia.


Concepções de tradução e o papel do tradutor em blogs e redes sociais (2016)

Para acessar o texto, clique aqui
Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar algumas implicações trazidas pelo crescente uso das comunicações mediadas por computador para o tradutor em formação e o tradutor iniciante. Para tanto, recorreu-se a manifestações no espaço social cibernético, considerando o “acolhimento da alteridade”, a interconexão, a construção de “identidades” de cada comunidade virtual, com suas regras, recursos e trocas de informações. Os posts foram analisados, de um lado, como explicitação das concepções de tradução e, de outro, como instrumentos de “marketing pessoal”. O artigo está fundamentado em Aubert (2003), Darin (2013), Gonçalves e Machado (2006), Martins (2006), Pym (2009), Rodrigues (2012), principalmente na discussão sobre a formação do tradutor, e em Arrojo (1993), Derrida (1997, 1998, 2000) e Siscar (2013), especialmente em relação às concepções de tradução defendidas.
Palavras-chave: formação de tradutores; ciberespaço; concepções de tradução.

Formação de Tradutores

O Formação de Tradutores é um blog voltado para o iniciante na área da tradução que está em busca de informações a respeito dos cursos existentes no Brasil (de graduação e pós-graduação), do mercado de trabalho, do perfil do egresso e de assuntos relevantes para a sua formação enquanto profissional.

Nenhum comentário:

Postar um comentário